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Immigrant Visa to the USA – The sequel

Even though the first part of the process was done very quickly, we did not hear back from USCIS or the American embassy in Brussels for a very long time. After two months of waiting, on July 26th, I wrote to an immigration caseworker at MN Senator Amy Klobuchar’s office. I had been an intern at the Minneapolis office in 2014, and witnessed our staff helping numerous people in all kinds of situations. Within 10 days the American Embassy in Brussels broke the silence. They had contacted me to announce my application package was on its way. This means I can apply for the green card!

Protip:  Tap into the vast resources your government officials have to offer.  Your local legislative office does more than take in complaints over the phone, they can also take compliments and help you solve things.


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Immigrant Visa to the USA – Part 1

Over the years people often asked me “Why don’t you just apply for citizeship?” Well, cuz it is not that simple. There are a few ways one can acquire citizenship, such as by joining the army, having American parents, marrying an American, making a large investment that creates jobs, the lottery. But it is never that simple.

Last year Forbes wrote a piece on how slow immigration processing times had become, particularly so in spousal sponsorship cases, such as mine. The process often takes about one year. Today, my greencard was approved. Nick and I reached the finish line within 4 and a half months (even after some missteps). 

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When you don’t read the packet

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Residence Atlantic, Dakar, Senegal | Mardi 3 Septembre 2013

You see, when you are like me, trying to be adventurous, you don’t want to know what is coming ahead of you. You want to live the moment, to be surprised and be excited for new things. You don’t want to simply read what’s going to happen on an informational packet, sent to you at the comfort of your home. Well, it turns out they do those for a reason: to inform you of things you should be aware of before traveling. So I had to come up with a “To-Don’t List.” I’ve been in Senegal for 24 hours and this is what I’ve learned in practice:

Veja bem, quando você é um pouco como eu, tentando viver aventuras, você prefere não saber exatamente o que vem pela frente. Você quer viver o memento, ser surpreendido, se empolgar com coisas novas. Você não quer simplesmente ler sobre o que irá acontecer num guia de informações, enviado para você no conforto da sua casa. Bom, acontece que esses livros são feitos por uma razão: nos informar de coisas que devemos saber antes de começar uma viagem. Então eu tive que fazer uma lista do que não fazer. Fazem 24 horas que eu estou no Senegal e essas são as coisas que aprendi na pratica:

  • NO! Do not forget to take your yellow fever shot at least ten days before leaving for Senegal. Otherwise they won’t let you in the continent, silly.
  • NO! Do not leave any documents behind, specially that one that says “Registration Receipt.” When entering Senegal you must have all your papers, or you are gonna have a bad time.
  • NO! Do no forget your “malaria pills,” and if you didn’t even know they existed, is because you didn’t read the packet. Note to self: Buy the pills and DO NOT get malaria.
  • NO! You may not eat your meals with both hands. Use only your right hand, like in India. Be proper.
  • NO! Do not bring 10 litters of wine and spirits into a country that is 95% Muslim. Not a good gift for your host family.
  • NO! Don’t think that because it’s Africa it’s hot all the time. It’s rain season, you are going to get wet!
  • NO! Do not drink water from the faucet… Simple as that. But if you do, be happy the WiFi works in the toilet!
    • NÃO! Não esqueça de tomar a sua vacina contra a febre amarela pelo menos dez dias antes de partir para o Senegal. Caso contrario eles não deixarão você entrar no continente Africano, besta.
    • NÃO! Não deixe nenhum documento para tras, especialmente o “Registro de pagamento.” Quando entrando no Senegal você devera ter todos os seus papéis, ou você não recebera seu visto tão facilmente.
    • NÃO! Não é de se admirar que você não sebe o que as “pílulas para malária” são. Dica: compre o medicamento, não pegue malária, mantenha suas hemaceas saudaveis.
    • NÃO! Não coma a sua comida com as duas mãos. Use somente a mão direita, igual na India. Seja limpo.
    • NÃO! Não leve 10 litros de destilados e vinhos para um país onde 95% da população é muçulmana. Esse não sera um bom presente para a familia anfitriã.
    • NÃO! Não pense que porque é a Africa, é quente o tempo todo. Agora é a estação das chuvas, e você vai se molhar.
    • NÃO! Não beba água da torneira… Simples assim. Mas se beber, fique feliz pelo WiFi funcionar no banheiro.

Those around me have gone tired from hearing me say, “Wait, was that on the packet?” So, I apologize. I’m aware that trying to be adventurous will still cost me something, but it hasn’t made my stay in Dakar any more difficult. Well, it has. But it has also made it a lot more memorable. And that is what counts.

Aqueles ao meu redor estão cansados de me ouvir dizer, “Espera, isso tava escrito no guia de informações?” Eu tenho consciência de que tentando ser aventureiro ainda vai me custar alguma coisa, mas isso ainda não fez com que a minha estadia no Senegal seja mais dificil. Bom, na verdade sim. Mas tambem fez da minha viagem muito mais memoravel. E é isso que importa.

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Hot and Humid

Residence Atlantic, Dakar, Senegal | Lundi 2 Septembre 2013

I arrived at the Dakar Airport (DKR) at 00:25, on September 2nd.The first two words that came to mind: Hot and Humid. And let me tell you something, if you have curly hair, “hot and humid” are not the ideal weather.

Eu cheguei no Aeroporto de Dakar à 00:25, no dia 2 de Setembro. E as primeiras duas palavras que me vieram a cabeça foram: Quente e Úmido. E deixa eu te contar uma coisa, se você tem cabelo enroladinho, “quente e úmido” não são seu tipo ideal de clima.

It took me over an hour before I finally got a visa on my passport, and that was my entire fault. I brought all the papers I did not need, and forgot the most important one: my Registration Receipt. Without that, customs had no proof that I had paid for my visa and could not allow me in. After a long time bargaining and explaining my situation to the custom’s officer, he issued me a Short Term visa that allowed multiple entries in the country, and let me go through. However, when I finally passed that stage, and advanced to baggage claim, my suitcases were nowhere to be found, and no one was really in the mood to help. It had already been an hour since they had gone through the baggage carousels, and they were clearly not there anymore. After asking around, and retrieving them, I was ready to go home. But as I walked out of the airport, I could not find anyone to pick me up. No sign, nothing. I was ready to give up when a security guard asked me if I needed to call someone. After another hour rambling around, and impatiently calling the program coordinator at 2 in the morning – for which I apologize – I found someone who was responsible for picking me up.

Demorou mais de uma hora até que eu finalmente consegui um visto no meu passaporte, e isso foi minha culpa. Eu trouxe todos os papeis que eu não precisava, e esqueci o mais importante: a Confirmação de Registro. Sem isso, a alfandega não tinha nenhuma prova de que eu havia pagado pelo visto e não podiam me deixar entrar. Depois de muito tempo barganhando e explicando minha situação para um policial da alfandega, ele me deu um visto de Curto Prazo que me permite multiplas entradas no pais, e me deixou passar. No entanto, quando eu finalmente passei essa parte, e parti para buscar a minha bagagem, as minhas malas não estavam mais la. E ninguem estava pronto para ajudar, e memsmo la dentro era dificil identificar quem trabalhava para o aeroporto e quem não. Ja fazia uma hora que as malas tinham passado pela esteira, e outros voos ja tinham desembarcado depois do meu. Depois de perguntar por ai, e recupera-las, eu ja estava pronto para ir embora. Mas assim que eu sai do aeroporto, eu não vi ninguem me esperando. Nenhuma placa, nenhum sinal, nada. Eu estava pronto para desistir, quando um segurança perguntou se eu precisava de alguma coisa, se eu queria usar seu telefone para ligar para alguem. Depois de uma hora rodando o aeroporto, e impacientemente ligando para o coordenador do programa às 2 da manha, eu encontrei alguem responsavel para me buscar.

The beauty about traveling often, is that I always thought I could handle every situation I put myself into. I thought that I had plenty of experience, and even ordinary language barriers would not be a problem. But man! Sometimes all you want to do is stop the world and get out, go back home, and hide. Today was one of those days for me. I arrived at the Residence Atlantic at 2:30 in the morning. I was disappointed, not only with myself, for being forgetful, and unorganized, but with the country as well. After a cold shower, and a few hours of sleep I got up for breakfast. I did not know what to expect, but I was surprised by some delicious breakfast food, the lovely people and my deer class companions that had just arrived in the country.

A beleza de viajar constantemente, é que eu sempre pensei que poderia me livrar de qualquer situação na qual eu me encontrasse. Eu pensei que ja tivesse muita experiência, e que nem barreiras linguisticas seriam um problema. Me enganei! As vezes tudo o que você quer fazer é parar o mundo e sair, voltar pra casa, se esconder. Hoje foi um daqueles dias. Eu cheguei no Hotel Residence Atlantic às 2:30 da manha, e eu estava desapontado comigo mesmo, por ser tão esquecido, destraido, mas tambem com o pais. Depois de um banho frio, e algumas horas dormindo. Eu não sabia o que esperar, mas eu fui surpreendido por um café da manhã delicioso, pessoas amaveis, e os meus queridos companheiros de classe que haviam acabado de desembarcar no pais.

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A forced layover in São Paulo

Aclimação, São Paulo, Brasil |Quinta-Feira, 29 de Agosto de 2013

After realizing I was stranded at the São Paulo Airport (GRU) and had nowhere to go, one of my Rotex friends picked me up. Otavio came as soon as he left work, and brought me to Paula’s house. Four years ago, Paula and I were 4760 Outbounds together, and we hadn’t seen each other since then. During the day I hung out with another former Rotary Exchange Student, Ciro, who had just come back from Germany. He showed me the MASP (São Paulo Museum of Art).

Depois de perceber que eu estava preso no Aeroporto de São Paulo (GRU] e que não tinha para onde ir, um dos meus amigos Rotex be buscou. Otavio veio assim que saiu do trabalho, e me levou para a casa de Paula. Quatro anos atras, Paula e eu fomos intercambistas saindo do distrito 4760 juntos, e não nos viamos desde então. E durante o dia eu sai com um outro ex Intercambista do Rotary, Ciro, que tinha acabado de voltar da Alemanha. Ele me levou ao MASP (Museu de Artes de São Paulo).

But Rotary is a family, and it doesn’t matter how much time we spend apart, when we get together it’s the same old thing. And everything that brought us together in the first place comes back. Hanging out with my old exchange student friend again and meeting her family was delightful. While her father was the biggest cachaça expert, her mom was the best cook. I stayed with her family for 3 nights, until they dropped me off at the airport. For someone who didn’t even have a place to go, I quite enjoyed my forced layover in the big city. At 1:30am, on August 30th, I finally boarded my flight to South Africa. Joburg, here I come.

Mas o Rotary é uma familia, e não importa quanto tempo passamos longe um do outro, quando nos juntamos é como se o tempo não tivesse passado. E tudo que nos juntou a primeira vez ressurge. Passar o dia com a minha antiga amiga de intercambio e conhecer a sua familia foi maravilhoso. O seu pai é o maior conhecedor de cachaça, e a sua mãe é a melhor cozinheira. Eu fiquei com sua familia por 3 noites, até que eles me levaram para o aeroporto. Para alguem que nem tinha um lugar para ir, até que eu aproveitei a minha estadia forçada na cidade grande. No dia 30 de Agosto, à 1 da manha, eu finalmente embarquei no meu voo rumo a Africa do Sul. Joanesburgo, aqui vou eu.

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Kids are dopes

Aeroporto de Guarulhos, São Paulo, Brasil |Segunda-Feira, 26 de Agosto de 2013

Well, it turns out I started celebrating my newest adventure a tad too early. I said goodbye to my family, and American friends, early on Monday morning, they dropped me off at the Confins Airport (CNF) in Belo Horizonte, and I arrived in São Paulo during lunch time. As I waited to board my flight to Johannesburg, I heard my name being called at the South African Airways counter. They asked for my passport and International Certificate of Vaccination, but all I had was some small worthless card for back home. That is when they told me I could not board my flight, because my current vaccination card was no good internationally and the National Health Surveillance Agency in Brazil (ANVISA) had already closed. However, they told me that if I ran and humbly asked ANVISA to issue me a new card, I could probably still make it to this flight.

Bom,  pelo visto eu começei a comemorar a minha nova aventura um pouco cedo demais. Eu disse adeus a minha familia e amigos americanos na Segunda-Feira de manha. Eles me levaram ao aeroporto de Congins (GRU) em Belo Horizonte, e eu cheguei em São Paulo por volta da hora do almoço. Enquanto eu esperava para entrar no meu vôo para Joanesburgo, eu escutei meu nome ser chamado no balcão da South African Airways. Eles pediram o meu passaporte e meu Cartão Internacional de Vacinas, mas tudo que eu tinha era um cartãozinho feito em Pirapora. Foi ai que eles me disseram que eu não poderia embarcar no meu vôo, porque esse cartão não era valido internacionalmente e a ANIVSA já estava fechada. No entanto, eles me disseram que se eu corresse e implorasse a ANVISA para me fazerem um cartão novo, eu ainda poderia entrar nesse vôo.

That is what I did. I ran around the airport, only to find that ANVISA had closed 10 minutes before. After looking around, I found there bureau, where after yelling at me, they issued me an International Certificate of Vaccination or Prophylaxis. However, they noticed one thing on my card; I had taken my yellow fever shot just 6 days before. Guess what? As it turns out, I need a 10 day incubation period before entering the African continent.  Lastly, I couldn’t board anyway, and had to change my ticket from August 26th, to August 30th. Like my host mom would say: “kids are dopes.”

E foi isso que eu fiz. Eu corri pelo aeroporto, so para descobrir que a ANVISA tinha fechado fazia 10 minutos. Depois de procurar um pouco mais, eu achei o escritorio deles, de ondes eles gritaram que já estavam fechados. Mas acabou que me fizeram o Cartão Internacional que eu precisava. Mas foi ai que perceberam uma coisa no nele: eu tinha tomado a vacina de febre amarela apelnas 6 dias antes. E adivinhe o que? Esse tipo de vacina precisa de um periodo de incubação de dez dias antes que eu seja autorizado a entrar no continente Africano. No final, eu não pude embarcar, e tive que mudar meu bilhete aereo do dia 26 de Agosto para o dia 30. Como minha mãe Americana diria: “criança so faz burrada.”

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